quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Dei meu like: Girlboss



No fim de férias, procurava alguma coisa para assistir e finalmente resolvi começar uma série que estava a muito tempo parada na minha lista: Girlboss. Ela me pareceu uma série "rápida" e divertida e acabou ficando acima das minhas expectativas. 
Girlboss conta basicamente a história de Sophia, uma menina que estava perdida quanto ao futuro, detestava seu emprego e o fato de ter de trabalhar para alguém e, principalmente, sem dinheiro. Após mais uma demissão, ela por acaso coloca um casaco antigo que comprou para vender na internet e acaba ganhando um bom dinheiro com ele. A partir disso, ela descobre sua paixão e monta uma espécie de loja de roupas online, onde vende novas versões de roupas estilo vintage. 
Os personagens são divertidos e a série é daquelas que melhora seu humor quando você termina de assistir. A impressão que tenho hoje é de que, talvez pela grande concorrência, as séries estão cada vez mais desesperadas por atrair um público e fazer com que este se "prenda" a ela, aguardado ansiosamente por um próximo episódio. Sendo assim, as séries estão cada vez mais "pesada", criam um conflito atrás do outro e muitas vezes acabam se perdendo e se afastando do tema inicial. Girlboss é o oposto disso, talvez muita gente ache que seja uma série parada, mas, através de episódios relativamente curtos, de no máximo 30 minutos, que passam super rápido e te divertem, ela prende o público por aquele pequeno gostinho de quero mais que fica no final. 
Infelizmente, a série não terá um nova temporada. Aparentemente, a protagonista, Sophia, foi muito criticada pelo público por parecer uma menina mimada e reclamona. Na minha opinião, Sophia é apena um menina que passa aquele aspecto de "doidinha", sendo mal interpretada, mas que realmente leva a sério quando descobre sua paixão. 
Enfim, Girlboss provavelmente não vai se tornar sua série preferida, mas é uma série leve que pode te divertir bastante. Se não conhece, tente dar uma chance à ela (não desanime com o primeiro episódio, foi o que menos gostei kkk) e se já assistiu deixe sua opinião. O que você acha de  Girlboss?


Imagem: https://i.ytimg.com/vi/WOUAKDHZtZY/maxresdefault.jpg

domingo, 5 de agosto de 2018

Morando sozinha


Volta as aulas no meu caso significa voltar também para Viçosa, cidade onde estudo. Sair de sua cidade, da casa de seus pais e ir morar sozinha para estudar não é tão maravilhoso quanto parece. Claro, é ótimo ter o seu cantinho, a sua liberdade e aproveitar todo o crescimento pessoal que essa experiência proporciona, mas nem sempre a independência acompanha só coisas boas. Vamos combinar que não tem coisa melhor que a roupa lavada e a comida de mãe né. 
No meu caso sair de casa na faculdade nunca foi uma coisa planejada, principalmente porque a minha cidade, Juiz de Fora, também tem uma Universidade Federal. Além disso, por mais estranho que pareça, morar com os meus pais nunca me incomodou e, como uma boa Canceriana, não tem nada mais importante para mim do que a minha família. Quando decidi que faria Engenharia Química já sabia que teria que sair de casa, mas acho que nunca parei realmente para pensar nisso, estava até animada, mas não fiquei ansiosa com isso e nem muito menos me dei conta de que chegaria a hora de crescer e me virar sozinha. Quando percebi estava com as malas prontas e passagem comprada para algo completamente novo. 
Tive algumas noites chorando baixinho antes de dormir, não vou negar. As vezes a saudade aperta, chega alguma data especial e você infelizmente não pode estar em casa para comemorar. Em alguns momentos você está exausta com a faculdade, se pergunta se fez a coisa certa e tudo o que quer é o colo de sua mãe. Mas aos poucos os dias vão passando, um período acaba, outro começa... você vai superando os desafios que antes pareciam muito grandes e fica orgulhosa de si mesmo. Sem perceber vai conhecendo pessoas que se tornam especiais e olha para si mesma e vê o quanto cresceu. 
Hoje, começo mais uma fase nesse desafio, conciliando os estudos, os amigos e a família e esperando que no fim possa olhar para trás e ver que tudo valeu a pena. Ainda tenho muito o que crescer... 

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Um passeio em Paquetá

Em Fevereiro desse ano fui apresentar a já tão falada Ilha de Paquetá para meu namorado. Local onde a família do meu pai tem uma casa onde passavam as férias quando criança, eu sempre achei aquela ilha mágica. Imagine quantas novidades uma criança que morava no interior de Minas não via ali.
Para chegar até lá pegamos uma barca até a ilha na Praça XV, no Rio de Janeiro, e o encanto já começa aí. Pra quem está acostumado esse trajeto não tem nada de excepcional, mas o caminho pela Baía de Guanabara, avistando todas as outras pequenas ilhas ao lado das mais variadas pessoas é um experiência única.
Chegando em Paquetá nos deparamos com um lugar diferente de todos os outros, nada de asfalto nem carros, a rua cheia de pessoas, bicicletas e charretes elétricas que mais parecem carrinhos do Projac. Não existe luxo, mas sim paisagens lindas por todos os cantos. Como bem disse minha avó, não existe lugar melhor para um bela foto. Alguns ainda se aventuram á um banho nas muitas praias, mesmo com a falta de tratamento na Baía de Guanabara, outros vêm para um piquenique. No fim do dia, o frescor e pouca luz dão origem a um clima ainda mais especial e a um visual para guardar na memória.




Primeiro Post: Os Cães Nunca Deixam de Amar


Vou confessar que tive vontade de escrever mas não sabia sobre o que. Sendo assim, resolvi falar sobre o livro que acabei de ler, "Os Cães Nunca Deixam de Amar" de Teresa J. Rhyne, uma escolha baseada em certa falta de criatividade, mas também no fato de o livro citar um blog feito por Teresa durante seu tratamento contra o Câncer, talvez esteja aí mais um motivo dessa busca repentina por um espaço para escrever. 
Não me sinto uma especialista para recomendar ou não o livro. Provavelmente o interesse pelo mesmo torne-se bastante reduzido quando não se é apaixonado por beagles e, por consequência, conquistado pela capa.  Na verdade, acho que a falta de apego por um cãozinho faria desse livro apenas mais um relato sobre a luta contra o Câncer, um assunto que eu mesma com certeza evitaria ler. Porém, a primeira parte do livro, com todo o foco no cachorro Seamus, fazem com que seu significado se transforme completamente em outro, trazendo a toma uma linda e comovente história de superação e amor, com bons momentos de risada, especialmente para uma dona de um beagle presenteada com o livro pelo namorado.  
Por fim, ficamos com o título: "Os Cães Nunca Deixam de Amar", mais um pequeno encanto desse livro. 
Me despeço abusando da imagem do meu Flash.